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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Troian Bellisario


Venho por meio deste falar dos looks que eu mais/menos gosto da Troian Bellisario, atriz de Pretty Little Liars (Spencer na série).

Imagens retiradas do Google

Mais









-> Então, vejo o estilo da Troian como um moderno/elegante. Ela usa cores mais básicas e dá preferência ao sóbrio, ao minimalista. Equilibra bem estampas/cores e acessórios a fim de deixar um look simples porém muito bonito. Gosto bastante.

Menos





-> Não gostei muito desses três looks porque não fazem meu estilo e achei feios/estranhos.
O primeiro me parece um macacão de obra, e esse brilho no tecido me dá uma sensação de pano de roupa de ursinho de pelúcia.
O segundo achei que ficou com a sensação de largado de mais. Como disse a minha mãe, parece mesmo que ela saiu do banho agora.
O terceiro ficou estranho pra mim, #seila. Parece um escoteiro Rock'N Roll...

terça-feira, 17 de junho de 2014

A Parisiense

Então...

Imagem retirada do Google.

Fiquei por muito tempo querendo ler este bendito. Mas era meio carinho e eu tinha outros na frente, até que um dia, uma amiga minha que tinha leu, gostou e disse que poderia me emprestar. Peguei e li.
Comecei bastante empolgada, mas não me senti cativada pela escrita, o eu lírico não conseguia me convencer.
O livro se divide basicamente em dicas de estilo básicas à lá Parisienses, e depois em dicas de lojas, boutiques, restaurantes, etc. Todos situados em Paris.
Não gostei, achei a narrativa meio arrogante, não concordei com muitas coisas que li, e não consegui aproveitar nada dali. Digo concretamente.
Muitas coisas já haviam sido ditas por qualquer cidadão de bom senso, blogueiros, filmes, revistas, mães, entre muitos outros.
Pode ser que eu não tenha gostado porque criei muitas expectativas já que este foi um livro muito bem falado e recomendado no mundo da moda. E quem sou eu para criticar, né!? Mas, enfim eu não curti não... Gostaria de saber mais opiniões sobre o assunto. =)
Enfim, nota: 6,0

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Papo Calcinha

Odeio comprar biquínis!


Então, o problema é que eu nunca consigo gostar totalmente dos biquínis, ou gosto da calcinha, ou gosto do sutiã, ou gosto do modelo ou costo da cor/estampa. É muito difícil.. Fora a sensação de estar super exposta, afinal todos podem ver suas celulites, manchas, estrias, cicatrizes e afins em HD.
(Obs.: O estranho é que eu adoro comprar lingerie... #euhein!)
Desconfortável. 

Um outro problema é a não possibilidade de experimentar antes de comprar, o que eu não questiono, claro, porque seria extremamente nojento, mas é um contra, pois não temos como ter certeza de como o bendito ficará no corpo.
Vivendo este drama resolvi procurar os nomes das calcinhas para assim identificar os modelos que mais gosto, e então procurar bikinis deste tipo.
Achei o maior barato ter encontrado a história das calcinhas, rss. Bem interessante mesmo.
Então resolvi fazer um mini texto repassando o que aprendi de outros blogs e sites.

Voltando às origens

As calcinhas surgiram aproximadamente em 1800 inspiradas das roupas íntimas masculinas. Inicialmente foram ignoradas, mas logo passaram a ser regra para qualquer mulher "de respeito".
calcinha



1800 - O primeiro modelo surgiu na França, o pantaloon (ou calções), pareciam meias de cor marrom até os joelhos ou até os tornozelos;







calcinha



1900 - As combinações se tornaram populares, e as roupas íntimas deviam ser menos volumosas;




calcinha






1914/1918 - Na época da Primeira Guerra Mundial o Tango explodiu, e para dançá-lo as roupas íntimas deviam permitir movimentos;



calcinha






1920 - Os conjuntos de camisola e calçola eram feitos sob encomenda, de acordo com cada corpo.





calcinha




1927 - Após o fim da Primeira Guerra Mundial, surge o baby-doll, junção de camisola e calcinha em uma única peça. Cores e leveza foram agregadas.



calcinha






1940/1950 - Surge o calesson (caleçon) prático e confortável.





calcinha



1980/1990 - Surgem as tangas e fio dental. A partir daí, várias formas, tamanhos, tecidos e estampas surgem a cada tempo. Os tamanhos tornam-se cada vez menores, e este aspecto se relaciona à independência da mulher moderna, que ganha cada vez mais liberdade.







Um livro chamado Por baixo dos panos: a história da calcinha, de  Rosemary Hawthorne aborda de forma interessante a hirtória social da mulher através da evolução da roupa íntima.



Modelos

Temos basicamente oito modelos de calcinha: calesson, calçola, string, biquíni, fio-dental, tanga, alta e boxer.

A calesson (ou caleçon) é antiga, mas voltou à moda a algum tempo principalmente toda feita de renda e também com cores fortes (até mesmo em neon). Lindíssima, adoro esse modelo.


A calçola (ou clássica) é aquele modelo vovó, bastante confortável, mas também pode vir com compressão extra para diminuição da barriguinha, levantamento de bumbum, segurador de gordurinhas, etc. Não é tão bonito de se ver, mas existem sim, atualmente, muitos modelos lindos e sensuais, trabalhados em rendas, decotes, etc.


O modelo string é um dos mais fáceis de se encontrar, ficou muito popular entre as brasileiras. É muito bonito e sexy, mas não muito confortável e não recomendado a todos os corpos. É importante ajustar a sua alça fininha, para que esta não marque possíveis gordurinhas.


O modelo biquíni é o meu preferido, elegante, confortável, moderno e ainda serve bem na grande maioria dos corpos. Pode ser simples, ou bem elaborado. Dou 5 estrelas rs.


O modelo fio-dental é extremamente sexy e bastante útil quando não se deseja ver a marca da lingerie por cima da roupa. O problema é que bonito mesmo ele só fica em quem está com tudo em cima e ainda tem o bumbum arredondadinho e perfeitinho. (Por isso evitem ele para ir à praia se você não está com tudo em cima, por favor...) Hoje em dia encontra-se facilmente os modelos simples para dia a dia, e os modelos cheios de detalhes e toques especias para ocasiões especiais.


O modelo tanga é com certeza o mais comum, pois é bastante confortável e cai bem em todos os tipos de corpos. Tenho certeza que o nosso primeiro modelo de calcinha foi uma tanga, é o modelo mais básico, que também pode se tornar sensual e lindíssimo dependendo da produção.


O modelo alta, é basicamente uma tanga com a alça mais grossa e cintura alta. Também veste super bem, mas é mais facilmente encontrado nos modelos confortáveis para o dia a dia.


O modelo boxer é como um shortinho. Pode ser extremamente confortável, mas também pode ter tecnologias segura bumbum, amarra gordurinhas, etc. É muito bom também quando não se deseja as tais marcas de calcinha por cima da roupa justa.


Dicas

Estes são os modelos base, digamos assim, e deve-se considerar conforto, saúde e beleza quando escolhemos nossa lingerie. 
É importante também ter discernimento e saber se cuidar. Evitar usar somente tecidos sintéticos, e procurar usar tecidos de algodão, microfibra, super microfibra que permitam a respiração para o dia a dia. 
Usar lingeries muito apertadas faz mal, procure seu número certo. Elas precisam ficar firmes, nem muito justas e nem muito largas.
Se prefere usar modelos que comprimem as gordurinhas, certifique-se de deixar sua pele respirar e relaxar ao chegar em casa.
Existem os modelos sem costura e costura zero para quem sem incomoda com mascar de elástico no corpo ou nas roupas.
Procure por cores neutras como preto, branco e bege para roupas com transparência ou mais sociais. O tom nude é aquele que "desaparece" no seu tom de pele.
Preto e branco são clássicas e valorizam qualquer corpo e tom de pele.
Para as de pele clara cores médias e fortes, e tons de vinho, violeta, azul...
Para as de pele morena e negra tons claros e médios, e tons de amarelo, roxo, verde, vermelho, pink...
A etiqueta é que se dê preferência a conjuntos e peças que se combinem de alguma forma (cores, estampas, tecidos, etc.), mas isto não significa que você deva ficar presa a estas regras todos os dias, mas não a dispense em ocasiões formais e ou especiais.

Créditos: Mundo da Helen, Marisa (imagens), Vila Mulher e Hierophant (imagens e detalhes).

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Moda Conceitual e Jum Nakao


Imagens Google

Para uma tarefa do curso online de Introdução a Moda da Instituição EnModa, tive que preparar um pequeno texto falando sobre a importância da Moda Conceitual e do desfile do brasileiro Jum Nakao (vídeo do Youtube aqui). Gostei de pesquisar sobre, então disponibilizo aqui minha pesquisa.


Moda Conceitual e Jum Nakao


"Precisamos desnudar a nossa alma para revelar a capacidade de sermos leves, sonhar com indizíveis, impossíveis, inexplicáveis, indefiníveis." (Jum Nakao)
Moda Conceitual é aquela vista como uma forma de comunicação entre os estilistas e o público interessado, pois é o meio pelo qual estes artistas expressam suas ideias, criatividades, e principalmente o conceito que estudaram e desejam traduzir em estilos. Normalmente esta é apresentada ao público em desfiles complementados por grandes e dramáticas produções, iluminações estratégicas, sonoplastia de efeito, cenários, maquiagens e cabelos específicos que combinem e somem aos ideais propostos.

Este tipo de moda é aquela que gera reprovações e interrogações dos espectadores, que quando não entendem do assunto, acreditam ser uma inútil perda de tempo. Mas é importante lembrar que as roupas não são para serem usadas na “vida real”, mas sim para inspirar certas tendências, como determinadas peças, estilos, cortes e cores; por exemplo.
Um desfile conceitual apresenta, em sua maioria, peças que não serão vendidas nas lojas. Seu objetivo é mostrar toda a capacidade criativa do estilista, uma imagem inventiva, um conceito, uma fantasia. Esse trabalho atrai os olhares do público e da crítica, podendo agregar valor à marca. (EnModa, Aula 6)
A intenção é como a de artistas plásticos e seus quadros e esculturas, quem assiste deve refletir e analisar para tentar captar a mensagem desejada pelos estilistas responsáveis. Portanto é nesta função que se encontra a importância da moda conceitual, pois a ideia central não é a de vender os produtos, mas sim o conceito desenvolvido, por esse motivo os estilistas acabam, muitas vezes, por não seguir as quatro principais tendências de cada estação.

Internacionalmente temos John Galliano e Alexander McQueen como dois exemplos de estilistas/marcas que trabalham com moda e desfiles conceituais. No verão de 2004 Jum Nakao, um exemplo brasileiro, o estilista Jum Nakao tornou-se é um marco na história das passarelas de seu país natal, sendo muito comentado tanto dentro como fora do país.

Sendo considerado como “um dos mais provocativos e instigantes criadores da moda contemporânea” (nasentrelinhas.com), este estilista criou roupas feitas de papel que foram rasgadas em pleno desfile do dia 17 de junho nas passarelas da São Paulo Fashion Week.

O desfile polêmico e efêmero representava a fragilidade do sistema da moda, em todas as suas fases, desde o início do processo de criação, passando pela comercialização e até mesmo abordando a crítica – ainda atual – sobre o consumo excessivo e compulsivo. Nakao evidencia a velocidade e efemeridade da moda. O estilista trabalha na criação e desenvolvimento de suas peças e, assim que sobem na passarela, elas já se tornam passado e ele inicia um novo processo de criação totalmente do zero.

Inspirada no século XIX, a coleção foi elaborada em papel vegetal, com detalhes recortados a laser e estampas com desenhos brocados. A sua produção, extremamente trabalhosa e longa, levou mais de 700 horas de trabalho e envolveu cerca de 150 profissionais. As modelos, com as partes do corpo cobertas pela cor preta, contrastavam com as roupas de papel brancas, e ao final da mostra as peças foram rasgadas provocando no público reações diversas.

O conceito partiu do princípio de transformar o nada em algo visível, o que resultou o nome Costura do Invisível. O trabalho já foi exposto na Nova Zelândia, Japão, Fortaleza del Basso, em Florença, Bélgica e Grécia. Também foi reconhecido como desfile da década pelo SPFW e visto como um dos desfiles do século, segundo o Museu da Moda de Paris.

A proposta era criar uma coleção inesquecível que marcasse a memória das pessoas. Foi pensando nisso que Nakao lançou um livro e um DVD com o nome da coleção, que contou detalhadamente todas as etapas da criação. As páginas trazem imagens e olhares de diferentes artistas sobre o trabalho, e a trajetória da produção com depoimentos do estilista incluindo as primeiras reuniões, a rotina dos ateliês, o desfile e a reação da plateia.

Bibliografia

ABREU, Josi. O que é moda conceitual e qual a diferença da moda comercial?. Disponível em: http://moda.culturamix.com/noticias/o-que-e-moda-conceitual-e-qual-a-diferenca-da-moda-comercial Acesso em: 10/08/2013
Aula 6 – EnModa
BÔAS, Edu Vilas. O que é moda conceitual? Disponível em: http://mmdamoda.blogspot.com.br/2010/08/o-que-e-moda-conceitual.html Acesso em: 10/08/2013
GREINER, Isadora. MARTINEZ, Thais. A costura do invisível - Jum Nakao: a desconstrução da moda. Disponível em: http://modacomconteudo.blogspot.com.br/2013/04/ventura-nas-passarelas.html Acesso em: 05/08/2013
Jum Nakao fala sobre sua moda-manifesto: Nakao é esperado em João Pessoa no mês de setembro para seleção do concurso Novos Estilistas-PB e palestra aberta no Sebrae. Disponível em: http://www.nasentrelinhas.com.br/noticias/pano-pra-manga/029/entrevista-o-estilista-jum-nakao-fala-sobre-sua-moda-manifesto/ Acesso em: 05/08/2013
NAKAO, Jum. A costura do invisível. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=5cLrpVuNtPI Acesso em: 20/07/2013

terça-feira, 16 de julho de 2013

Cano looooongo


Sempre achei lindas de morrer essas botas de cano super hiper longo, mas né, nunca pude usar.
Motivos? Ou eu era pirralha demais, ou tinha vergonha, ou não tinha lugar, ou não tinha dinheiro ou não tinha tempo (NI raramente faz frio).
Conversei sobre isso a poucos dias com meu namorado, ele perguntou: "Se eu te desse uma, você usava?" e qual foi minha resposta?: "Não seiiiii!!"
Não sei mesmo, mas é tão lindamente inapropriado para o calçadão de NI... rss Vida de pobre não é mole não!

Elas voltam a moda com uma frequência boa, mas não costumam pegar muito aqui no Rio (de um modo geral) por causa do tempo. São aderidas mais por celebridades e socialites. São elegantes, fashion e bastante sexy (se bem utilizadas), ano passado, quando voltaram ao foco depois de certo tempo, o site Justlia fez um "Como usar" bem legal, dá pra se inspirar bastante.
Atualmente elas estão em média (nem alta, nem baixa) contrastando com as de cano curto (tendência deste inverno), e têm sido chamadas, nos tempos modernos, de Over the Knee (que em Inglês significa: acima dos joelho).

Fazendo um exercício do meu cursinho online (rsss explico depois) eu vi a nova coleção Outono/inverno (Alta Costura) da Chanel, e eles lançaram umas botas tipo, muuuito cano longo, sabe!? Tipo, super hiper ultra mega... longo!

Lindas, mas se usar as outras já era difícil... Quero umas férias em NY ou Paris pra poder usar! Ou só vergonha na cara mesmo!! (já ajuda)
Mas a maison também lançou outros modelos no desfile prét-à-porter.


Mais informações sobre a nova coleção da Chanel.